Manaus (AM) – A equipa médica responsável pelo procedimento cirúrgico realizado no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que qualquer avaliação sobre eventuais desdobramentos legais, como a possibilidade de prisão domiciliar, será feita de forma gradual e com base na evolução clínica do paciente. A informação foi dada pelo cardiologista Brasil Caiado, que integrou o acompanhamento da cirurgia de hérnia inguinal bilateral realizada nesta quinta-feira (25).
Em entrevista concedida no Hospital DF Star, em Brasília, o médico destacou que o foco dos profissionais de saúde está exclusivamente na recuperação pós-operatória. Segundo ele, antecipar análises que vão além do quadro médico seria precipitado. “Nosso papel é acompanhar a resposta do organismo ao procedimento e observar como se dará a recuperação nos próximos dias”, explicou.
De acordo com a equipa, a cirurgia transcorreu dentro do esperado, sem intercorrências. Bolsonaro deverá permanecer em observação e seguir um protocolo de recuperação que inclui controlo da dor, sessões de fisioterapia e medidas preventivas contra infeções, num período estimado entre cinco e sete dias.
Ainda conforme os médicos, a ex-primeira-dama encontra-se no hospital como acompanhante. As visitas ao ex-presidente seguem regras específicas da unidade hospitalar, com limitação do número de pessoas autorizadas a permanecer no quarto durante o internamento.
















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